Eu comecei a vender cedo, por necessidade. Páscoa, Dia das Mães, festa junina: toda data era uma chance de pagar as contas. Mas dezembro sempre chegava igual — cansada e sem saber o que vender que fosse diferente do que todo mundo já vendia.
Até entender uma coisa simples: ninguém procura produto, procura presente pronto. Para o amigo secreto, para a professora, para a sogra. Comecei a montar kits de caneca na mesa da cozinha, com o que achava no atacarejo. No primeiro Natal vendi 219 kits.
Hoje o Natal é a melhor data do meu ano. Aqui estão os 80 kits que eu monto, com o custo de cada um, o passo a passo em fotos e as mensagens que eu uso para vender — para você não começar do zero como eu comecei.